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28/08/26

"Eu não acredito, não, Charlene!"


Tem gente que repete tanto esse meme, que nem sabe como surgiu o bordão "Eu não acredito, não, Charlene!".

Tudo começou com o filme de comédia lançado pelo diretor Cicero Filho no filme Ai Que Vida. A fala expressa muita ironia e humor, representando a força do cinema do Piauí.
O enredo de Ai Que Vida! gira em torno de uma sátira política escrachada e um romance proibido no interior do Nordeste.
A trama se passa na fictícia cidade de Poço Fundo, em meados dos anos 1990. O município é governado pelo prefeito Zé Leitão, um político extremamente corrupto que ilude a população humilde com falsas promessas e programas sociais de fachada. Revoltada com o caos administrativo, a microempresária Cleonice da Cruz Piedade decide "abrir os olhos" do povo e se candidatar à prefeitura para derrubar o esquema corrupto.
Enquanto a disputa política pega fogo, o filho de Cleonice, Valdir, apaixona-se por Charlene (a dona do famoso bordão do meme). O romance gera muitas confusões, misturando os dramas de poder locais com a vida amorosa dos personagens principais.



Foto: Edson Charles


Você Já Ouviu Falar do Efeito Mpemba?


Fonte da Imagem: https://br.123rf.com

Tem certas coisas que jamais passariam pela nossa cabeça se não tivéssemos curiosidade.
Essa semana eu tive a curiosidade de como é feito o processo de congelamento da água no meu friser e descobri que a água quente pode congelar mais rápido do que a fria por causa de um fenômeno físico chamado Efeito Mpemba.
O Efeito Mpemba ocorre quando a água morna ou quente vira gelo antes da água fria colocada nas mesmas condições. O nome homenageia Erasto Mpemba, um jovem da Tanzânia que percebeu isso nos anos 1960.

Curiosidades que a gente deixou passar quando estávamos na escola

Embora os cientistas ainda estudem as causas exatas dessa reação, podemos  apontar alguns motivos principais para essa mudança:
  • Evaporação: A água quente evapora mais rápido e perde massa. Com menos líquido dentro do recipiente, o congelamento acontece antes.
  • Convecção: O calor movimenta o líquido por dentro. A água quente faz correntes internas que trocam calor com o ambiente de maneira mais ágil.
  • Gases: A água quente perde mais gases dissolvidos durante o aquecimento, o que altera a forma como ela reage ao frio.

Fonte de Pesqusa: Wikipedia / Google


27/08/26

Fotos no Parque Aguas Claras




 

Curiosidade - Como foi Criado o Plástico Bolha

 

E quando uma experiencia teria dado errado na tentativa da criação de algo se torna uma coisa util. Foi o caso do plástico bolha, conhecido tecnicamente como filme de polietileno com bolhas de ar.
Em 1957, nos Estados Unidos, os engenheiros Alfred Fielding e Marc Chavannes buscavam criar um novo tipo de papel de parede texturizado. O projeto decorativo não deu certo, mas a inovação chamou atenção pela sua incrível capacidade de proteger superfícies frágeis contra impacto. Assim nasceu um dos materiais de embalagem industrial mais utilizados do mundo.
Hoje o plástico bolha é indispensável para setores como indústria metalúrgica, construção civil e marcenaria, justamente pela sua função de proteção contra riscos, vibrações e choques mecânicos. Em fábricas metalúrgicas, é aplicado no transporte de peças usinadas, chapas de aço e componentes de alta precisão, onde qualquer arranhão compromete a qualidade do produto final.
Na construção civil, o plástico bolha é usado para proteger pisos, portas, esquadrias de alumínio, vidros temperados e revestimentos de alto padrão durante reformas e obras. Já na marcenaria, é o aliado perfeito para o transporte de móveis planejados, painéis de MDF, portas de madeira e superfícies laqueadas, garantindo que cheguem ao cliente sem avarias.
Além da resistência, o plástico bolha é leve, flexível e adaptável a qualquer formato, reduzindo custos logísticos e evitando desperdícios por avarias. Para a indústria metalúrgica, ele assegura a integridade de peças sensíveis. Para a construtora, garante a entrega de materiais intactos em obras de grande porte. Para o marceneiro, agrega valor ao produto final, preservando acabamentos e superfícies delicadas.
De um experimento falho em design para uma solução logística de alto impacto, o plástico bolha se consolidou como material essencial para proteger, preservar e otimizar processos industriais. É por isso que continua sendo uma das embalagens de proteção mais procuradas e confiáveis para quem atua em metalurgia, construção civil e marcenaria.

Fonte: Embalapak

Edson Charles Fotografando

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